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terça-feira, 4 de junho de 2013

O problema dos pinguins no Brasil: eles estão morrendo

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Os pinguins-de-magalhães costumam migrar da Argentina para o Brasil – Foto: ThinkStock

Mais de 745 pinguins-de-magalhães foram encontrados mortos nas praias do sul do Brasil no mês passado. As aves, da espécie Spheniscus magellanicus, morreram de causas naturais “vagas”, segundo o Centro de Estudos Costeiros da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, informou a CNN.
Os pinguins-de-magalhães costumam migrar da Argentina para o sul do Brasil nessa época do ano, mas normalmente são encontrados menos de 500 aves mortas nas praias. A causa do grande número de mortes este ano ainda é desconhecida, já que não havia vestígios de óleo nas penas nem lesões visíveis.
Talvez tenha sido um ano excepcionalmente difícil para os pinguins, cuja migração é ameaçada pelos pequenos e constantes vazamentos de petroleiros na costa da Argentina. Embora os grandes derramamentos dominem o noticiário, esses vazamentos menores e mais frequentes podem ser letais para os pinguins, alertou um relatório de 2005 do Boletim de Poluição Marinha. Segundo outro estudo, cerca de 40 mil pinguins morreram em decorrência da poluição crônica do mar entre 1982 e 1991.
Os petroleiros são projetados para flutuar de forma adequada apenas quando estão completamente cheios. Quando estão vazios, é preciso usar água do mar como lastro. Uma lei de 1978 determinou que os petroleiros devem esvaziar a água do mar contaminada em tanques de retenção especiais, utilizar sistemas de filtragem ou contar com tanques de lastro separados para a água do mar, evitando o derramamento de óleo no oceano, segundo o Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas.
Tais procedimentos de segurança costumam ser ignorados para economizar tempo e dinheiro. O resultado: vazamentos menores, pequenos demais para atrair a atenção da mídia, mas grandes o ;;bastante para matar as aves.
Os vazamentos constantes impregnam a superfície da água e o óleo pode se aderir às penas dos pinguins, removendo o revestimento protetor que impede o contato da água gelada com a pele do animal. Sem a proteção, as aves congelam. O óleo também causa intoxicação quando ingerido e provoca lesões estomacais, dificultando a digestão dos alimentos.


Fonte:

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Por que os chimpanzés atacam?




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Esses ataques podem ser graves e fatais – Foto: ThinkStock
Os chimpanzés vêm ocupando o noticiário nos últimos anos por vários ataques não provocados contra seres humanos. O último aconteceu no fim de junho no santuário Paraíso dos Chimpanzés-Instituto Jane Goodall, na África do Sul. Gravemente ferido, Andrew Oberle, um aluno da Universidade do Texas, permanece internado em uma UTI.
Oberle foi atacado por chimpanzés enquanto dava uma palestra para dezenas de turistas. O ataque brutal fez muitos se perguntarem o que teria provocado os animais. Especialistas em primatas sugerem múltiplas razões.
Eugene Cussons, diretor administrativo do santuário e apresentador do programa Paraíso dos Chimpanzés, exibido pelo Animal Planet, explicou que Oberle havia recebido treinamento antes do incidente, mas infringiu as regras de segurança ao atravessar duas cercas que separavam os primatas dos humanos. Um chimpanzé macho agarrou Oberle e o arrastou sob uma das cercas eletrificadas.
Além da conduta temerária, o fato de os agressores serem machos não surpreende os estudiosos da espécie. Sylvia Amsler, professora-assistente do Programa de Antropologia da Universidade do Arkansas em Little Rock, declarou ao Discovery Notícias que chimpanzés machos costumam apresentar comportamentos agressivos para defender ou conquistar um território.
“Esses ataques podem ser graves e fatais. No caso de um adulto, os machos se revezam espancando e saltando sobre a vítima. Os atacantes usam os caninos para morder e despedaçar a vítima, e as partes do corpo salientes, como nariz e orelhas, costumam ser arrancados durante um ataque”, comentou Amsler.
Jenny Short, diretora-assistente de administração de colônias no Centro de Pesquisas sobre Primatas da Califórnia, recorda que os chimpanzés e outros primatas não são animais domesticados.
“É preciso estar atento e tomar muito cuidado perto deles. Trabalhamos com macacos rhesus, que são bem menores que os chimpanzés, e mesmo assim, exigem precauções rigorosas. Quando vamos a um zoológico e observamos os chimpanzés, ficamos impressionados com de seu tamanho e força”.
Segundo o paleoantropólogo Alan Walker, da Universidade da Pensilvânia, mesmo que um humano e um chimpanzé tenham o mesmo tamanho, os primatas costumam utiizam toda a sua força muscular durante um ataque, enquanto os humanos tendem a recuar.
Em relação à massa corporal, os chimpanzés têm menos matéria cinzenta na medula espinhal que o homem. Essa matéria contém um grande número de células nervosas, que se conectam a fibras musculares e regulam o movimento dos músculos.
O refinado sistema motor humano permite que a realização de tarefas delicadas, como construir ferramentas complexas, fazer lançamentos precisos e manipular objetos pequenos. Mas quando os chimpanzés usam os músculos, sobretudo em situações de ataque e defesa, a ação é mais “tudo ou nada”, e cada neurônio aciona um número maior de fibras musculares”, explica Walker.“É por esse motivo que os macacos parecem ser tão fortes em relação aos humanos”, acrescenta.
Outro possível aspecto do ataque no Santuário dos Chimpanzés é o fato de seus primatas terem sido resgatados do comércio ilegal de animais e da indústria do entretenimento. Resumindo, os animais já haviam sido maltratados por humanos e poderiam se comportar de forma mais defensiva.
O santuário, localizado nos arredores da cidade de Nelspruit, é membro da Aliança de Santuários Pan-africana (PASA, na sigla em inglês) desde 2000, uma entidade que reúne 21 santuários de primatas de todo o continente. David Oosthuizen, diretor-executivo do Paraíso dos Chimpanzés, afirmou que ao longo desses 12 anos, o santuário manteve os padrões de cuidados, segurança e conservação exigidos pela associação.
“Nunca tivemos um incidente desse tipo, e fechamos o santuário para descobrir como garantir que ele não se repita”.



Fonte:
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Águia tenta roubar bebê em parque de Montreal

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Na mitologia grega, representava Zeus. Na natureza, uma exímia caçadora – Foto: ThinkStock
A cena mostra uma criança sendo roubada por uma enorme águia-real, em um dos parques de Montreal. O que parecia ser uma inusitada situação na natureza e se espalhou rapidamente pelas redes sociais, sendo visto por mais de um milhão e meio de usuários, não passa de um trabalho de graduação.
Segundo a agência AFP, quatro estudantes do Centro Nacional de Animação e Design do Canadá usaram técnicas de modelagem 3D para criarem a ave e a criança, que depois foram integrados em uma paisagem real. Confira o vídeo abaixo e descubra mais sobre esta incrível ave:
A águia é uma das aves mais fascinantes do mundo. Pode medir entre oitenta e noventa centímetros, e sua visão aguçada, grande habilidade de caça e voo característico fazem dela uma excelente predadora.
Ela consegue ver sua presa a grandes distâncias e muito longeva, podendo viver até os setenta anos. No entanto, a águia também sente o peso da idade. Com aproximadamente quarenta anos, ela perde o esplendor da juventude, suas garras se curvam e seu bico se retorce. A natureza então lhe oferece duas opções: viver ou morrer. Ao escolher a primeira, esta singular ave deve procurar um lugar no alto das montanhas para permanecer durante algum tempo, um momento que muitos escritores usaram para simbolizar o processo de mudança e renovação do homem.
Nesse período, a águia começa sua grande transformação. Para isso, ela dá vários golpes com o bico até conseguir arrancá-lo, e espera pacientemente até que um novo bico nasça para extrair as garras já desgastadas.
Com o novo bico e garras afiadas, a águia começa a trocar as penas, uma transformação total em que ela volta a cruzar o céu com suas poderosas asas. Uma vez renovada, viverá aproximadamente mais trinta anos.
Existem pouco mais de trinta espécies de águias no mundo. Entre elas, destacam-se a águia-negra asiática, cuja estrutura física é bem mais frágil que a das demais espécies; as águias do gênero Aquila, uma variedade com dezesseis subespécies; a famosa águia-real, a águia-marcial da África, a águia-branca-e-preta, que vive na América Central e parte do México, a águia-de-crista-longa, que voa sobre território africano, e como o nome indica, possui uma crista proeminente; e a águia-castanha-e-negra, que habita a região andina da América do Sul.
Durante o processo de reprodução, a fêmea constrói até três ninhos em um local abrigado, onde coloca de um a dois ovos. Ela escolherá um entre os três ninhos para chocar os ovos, um processo que dura aproximadamente cinquenta dias. Depois de nascerem, os filhotes dependem dos pais até os dois meses de idade, quando começam a cruzar os céus em busca de independência. Estudos comprovam que os filhotes preferem viver perto do território de seus pais.
Como as águias precisam de um território muito extenso e nem todos os filhotes conseguem sobreviver, as alterações em seu habitat ameaçam muitas espécies, apesar das restrições à caça em diversos países.
Fonte:
animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br

Os 5 animais mais inteligentes do planeta

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Entre os animais domesticados, o porco é o mais inteligente – Foto: flickr.com/peterpearson

Dizem que, nós, seres humanos, somos os mais inteligentes do reino animal – se bem que, levando em consideração as intermináveis guerras, os danos causados ao planeta e a violência de modo geral, essa afirmação possa ser bastante questionada. Mas, além de nós, os chimpanzés, gorilas, orangotangos e outros primatas têm também cérebros já bastante sofisticados e praticam ações que demonstram um grau de inteligência bastante elevado. E fora os primatas, outras espécies parecem ser também bastante desenvolvidas. A lista é surpreendente:

1. O porco

Provavelmente você está surpreso, mas é isto mesmo: entre os animais domesticados pelo Homem, o porco é o mais inteligente do planeta. Por incrível que pareça, as pesquisas comprovam que as habilidades do porco chegam a superar as dos cachorros e gatos. Eles entendem como funciona um espelho, por exemplo. Numa experiência realizada há alguns anos, alguns porcos foram treinados para movimentar um cursor com os focinhos, numa tela de vídeo, e a diferençar imagens que já tinham visto, de outras que estavam vendo pela primeira vez. Eles foram mais bem sucedidos do que chimpanzés.

2. O polvo

Você se lembra daquele polvo, o “Paul”, do Aquário Marinho (Sea Life Centre) de Oberhausen, na Alemanha? Aquele que fez sucesso durante a Copa do Mundo, na África do Sul, acertando muitos resultados de jogos? Pois bem, está provado que, da mesma forma que os porcos são os animais mais espertos entre as espécies domesticadas, os polvos são os mais inteligentes entre os invertebrados. Testes com labirintos e resolução de problemas provaram que esses octópodes possuem memórias de fatos recentes e remotos. Eles conseguem abrir frascos, apertar parafusos e até pegar um sanduíche dentro de uma cesta. São os únicos invertebrados que são capazes de usar ferramentas. Alguns foram vistos pegando cascas de coco e transformando-as em abrigos.

3. O corvo

“Nevermore!” (“Nunca mais!”) dizia essa ave, no poema “The Raven” (“O Corvo”), de Edgar Allan Pöe. Sim, o corvo é capaz de imitar o som de algumas palavras, como o papagaio. Em diversas lendas, o corvo aparece como um trapaceiro ou portador de maus presságios, mas, na realidade, eles são bastante inteligentes. Como os polvos, eles são capazes de usar ferramentas simples, armazenar alimentos para o inverno e memorizar experiências para uso em circunstâncias futuras. Um deles foi observado usando a folha dura de uma árvore, como se fosse uma faca, para fazer nozes caírem numa rua movimentada e serem esmagadas pelas rodas dos automóveis, para que eles pudessem comer as sementes. Notável, não? Eles também podem reconhecer pessoas e lembrar-se dos seus rostos durante anos.

4. Os golfinhos

Estes, com toda certeza, são um dos animais mais inteligentes de toda a espécie animal. Parece até que eles têm uma linguagem própria e, através dela, se comunicam entre si. Cientistas fizeram diversas tentativas para decifrar essa linguagem, mas, até agora, não obtiveram sucesso. Quem já viu esses cetáceos se exibindo em aquários, sabe que eles são capazes de obedecer a inúmeros comandos dos seus treinadores. Há alguns anos, pescadores viram golfinhos arrancando pedaços de esponjas do mar e envolvendo seus narizes com eles, para evitar escoriações.

5. Os elefantes

Esses paquidermes extremamente inteligentes vivem em sociedades complexas, nas quais prevalece uma hierarquia e demonstram solidariedade com outros animais. As fêmeas, quando grávidas, reconhecem e comem certo tipo de erva que induz o parto. Usam ferramentas para diversas finalidades. Certa vez, um grupo de elefantes foi visto atirando pedras com as trombas em cercas eletrificadas para cortar a corrente. Por ocasião da morte de um membro do grupo, seguem rigorosos e complicados rituais fúnebres e costumam visitar os túmulos dos falecidos.

Nos humanos: Inteligência & Instrução

Entre nós, humanos, é preciso fazer uma distinção entre a verdadeira inteligência e o simples raciocínio (instrução, memória, cultura ou erudição). Existem intelectuais estúpidos e analfabetos geniais e a recíproca é verdadeira. Inteligência é uma questão de sensibilidade de espírito e isso não se aprende na escola.

Fontes:

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Histórias incríveis sobre bichos de estimação

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Zander, o husky fujão – 
A ciência explica que os animais agem por instinto, já que não são dotados de consciência, ao contrário dos humanos. Contudo, algumas histórias são tão curiosas, que nos levam a pensar que existe algo a mais na cabeça de alguns bichos de estimação.
Conheça alguns casos de animais que viveram suas próprias aventuras em viagens surpreendentes.
Zander, o husky fujão
Quando John Dolan se ausentou de casa para ser hospitalizado em Nova York, devido a uma doença de pele, seu fiel cachorro Zander ficou bastante desanimado. Como todo bom husky fujão, o cão conseguiu escapulir de casa e percorreu mais de dois quilômetros em busca do dono. Finalmente, encontrou o hospital onde Dolan estava internado e o esperou na porta, até que as enfermeiras notaram sua presença, propiciando o reencontro.
Emily, a gata viajante (por engano)
Dizem que a curiosidade matou o gato. Nesse caso, Emily se perdeu dentro do centro de distribuição de uma empresa de papel perto de Appleton, Wisconsin. Por engano, o felino entrou em um container de transporte de um navio, onde fez paradas em Chicago e na Bélgica antes de chegar a seu destino final, em Nancy, França. Os trabalhadores do navio a encontraram, leram a placa de identificação e ligaram para seu veterinário nos Estados Unidos. Desta forma, a gatinha se reencontrou com sua família, que não hesitou em ir buscá-la.
Buck, o cão que atravessou 500 quilômetros em busca do dono
Mark Wessells estava se mudando e teve que deixar seu amado labrador preto com seu pai, que vivia a 500 quilômetros de distância da casa em que ele morava, com o cão, na Carolina do Sul. Buck não suportou a decisão e fugiu de seu lar temporário. Depois de meses procurando o dono, sem sucesso, o labrador foi encontrado perambulando por seu antigo bairro, ainda à procura de Wessells.
Como não sabia a quem pertencia o cachorro, o homem que o encontrou o levou para casa. Durante uma visita ao veterinário, ele descobriu quem era seu verdadeiro dono por meio de um microchip instalado em Buck. Dessa forma, o cão conseguiu reencontrar Wessells.
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Buck, o labrador – Foto: Emildon75/ Creative Commons
Capitão, companheiro para sempre
O dono deste pastor alemão faleceu em 2006, deixando-o arrasado. Capitão ficou tão triste que um dia desapareceu de sua casa, localizada na província argentina de Córdoba, deixando para trás o restante da família. Eles o procuraram por toda parte e finalmente o encontraram, mas no lugar mais improvável: diante do túmulo de seu dono. O mais surpreendente é que o cão nunca havia estado ali antes, mas acredita-se que tenha rastreado o odor de seu amigo humano. Desde então, Capitão mora no cemitério.
fonte:
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Extraordinárias viagens migratórias

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Marcha dos pinguins – Foto: Eliduke/Creative Commons
As mais variadas espécies deslocam-se permanentemente pelo mundo, apesar de nós, humanos – que vivemos cada vez mais em centros urbanos – não percebermos seus movimentos.
Muitos animais selvagens realizam migrações impressionantes em busca de melhores lugares para se alimentar e se reproduzir. Conheça algumas das mais maravilhosas:
Pinguim-imperador
Uma das travessias mais admiráveis é a realizada por essa espécie, retratada no belo filme “A Marcha dos Pinguins”. A cada ano, milhares de pinguins caminham continente adentro, distanciando-se da costa da Antártida para incubar seus filhotes com segurança. Depois de nascerem, as crias são cuidadas por seus pais em colônias distantes das placas de gelo e icebergs, abrigados dos ventos impiedosos.
Baleia-corcunda
A Baleia-corcunda é o cetáceo que empreende a migração mais longa de todos os mamíferos marinhos, percorrendo mais de 27.500 quilômetros por ano. As populações que mais se deslocam passam o verão na península do Oceano Antártico, no sul do Cabo Horn, e se reproduzem no litoral da Colômbia e da Costa Rica.
Andorinha-do-mar-ártica
Segundo um estudo da Pesquisa Antártica Britânica, essa é a espécie que realiza a mais longa migração anual do mundo, percorrendo uma trajetória de 71 mil quilômetros entre os dois polos da Terra. Sua travessia começa na Groenlândia, até chegar ao Mar de Weddell, às margens da Antártida, e encerrar o ciclo novamente na Groenlândia, onde se acasala. Durante toda sua vida, calcula-se que essa ave voe o equivalente a três viagens de ida e volta à Lua.
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Andorinha do mar Ártico – Foto: Wikimedia
Borboleta-monarca
Ela pesa menos de meio grama, mas ainda assim tem a capacidade de voar mais de 40 mil quilômetros por ano, atravessando ocasionalmente o Oceano Pacífico. Sempre em setembro, estas belas borboletas iniciam sua viagem, partindo do Canadá para o México, onde passam o inverno. No início de uma nova primavera, elas iniciam a viagem de volta, parando na Califórnia, Estados Unidos, para depositar os ovos, que darão lugar a uma nova geração. Seus descendentes então retornam ao ponto de partida.
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Animais fantásticos que podem desaparecer do planeta

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O bicho-preguiça pode mover a cabeça a até 270 graus
©Praziquantel/Creative Commons
Percorrer o planeta é maravilhar-se diante de sua imensa biodiversidade. De fato, ano após ano são descobertas novas espécies e subespécies em diferentes regiões do mundo. No entanto, muitos cientistas comprovam que muitos desses animais enfrentam o desafio da extinção, seja pela mudança climática, destruição de seu habitat, caça indiscriminada ou outras razões.
Não são poucas as espécies que correm o risco de desaparecer para sempre e algumas das mais fabulosas encabeçam a lista negra da extinção a curto e médio prazo.
Conheça algumas dessas espécies fantásticas, que representam muito para a biodiversidade da Terra e podem desaparecer em pouco tempo.
O bicho-preguiça
O bicho-preguiça (foto acima) pertence à família dos tamanduás, tatus e equidnas. Grande parte dessas espécies está ameaçada. Esta criatura incomum consegue girar a cabeça a até 270 graus e gosta de tirar longas sonecas. Os bichos-preguiça caçam em grupo e atacam usando suas garras compridas.
O ai-ai
Este animalzinho tão raro compartilha uma característica com os morcegos: é o único mamífero que utiliza o eco dos sons que emite para detectar suas presas. Vive em ninhos esféricos com pequenas fendas para entrar e sair. Alguns acreditam que o ai-ai é um pequeno demônio que traz má sorte.
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O ai-ai é parente dos morcegos
©Frank.Vassen/Creative Commons
O solenodonte
Este curioso animal pertence à classe dos mamíferos e é encontrado principalmente em Cuba. Apesar de sua aparência simpática e inofensiva, o soledononte injeta veneno em suas presas através dos dentes. A espécie foi considerada extinta, mas em 2003, foi redescoberta.
O kiwi
É quase impossível ver a imagem de um kiwi e não reconhecê-la como uma das espécies de aves mais incomuns do mundo. Ele não é capaz de voar, é um tanto mal-humorado e tem um temperamento forte. Possui um olfato extremamente desenvolvido, o que o distingue das demais aves.
Os kiwis formam casais por toda a vida e vivem até 30 anos juntos.
O dugong
Este animal aquático é primo do peixe-boi e parente distante dos elefantes. Com sua cauda característica, teria inspirado o mito das sereias. O dugong está na mira dos caçadores por sua carne, óleo, pele e ossos.
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Os dugongs são amigáveis e parentes do peixe-boi
©flickkerphotos/Creative Commons
A rã púrpura
A rã púrpura possui uma cor violácea e brilhante. Esta espécie passa boa parte do ano vivendo sob a terra, e só sai para a superfície por duas semanas, durante a temporada das monções, para acasalar. Como permanece escondida durante maior parte do tempo, foi difícil para os cientistas comprovarem a existência e continuidade da espécie.
Esta rã se alimenta de cupins e pode depositar até três mil ovos de uma vez – mas poucos filhotes sobrevivem.
O tamboril
Este peixe das regiões abissais é conhecido por sua estranha protuberância facial. O macho é bem menor que a fêmea, mas o mais curioso é que ele adere à sua “pretendente”, que o alimenta até que se degenere e morra, deixando-a fecundada.
Qual dessas espécies é a mais fascinante?

Primeira baleia-cinzenta é avistada no Hemisfério Sul :



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Foto: Baleia-cinzenta vem à tona em Baja California, México. (Christophe Boisvieux/Corbis)
Há três anos, era tão claro e inequívoco: as baleias-cinzentas viviam no Pacífico Norte. Ao que parece, também viveram no Atlântico Norte, mas foram levadas à extinção por volta do século 18. Nenhuma baleia-cinzenta foi avistada na bacia do Atlântico durante quase 300 anos.
E então, uma delas apareceu. Em maio de 2010, uma baleia-cinzenta foi localizada no litoral de Israel; dois meses depois, a mesma baleia foi vista na Espanha. Tudo bem, as baleias-cinzentas quase nunca são vistas na bacia do Atlântico, mas no Hemisfério Sul, era um fato realmente inédito.
Ao menos, até o último dia 4 de maio, quando os turistas de quatro barcos de avistamento de golfinhos, que navegavam perto da Baía de Walvis, na Namíbia, observaram uma estranha baleia. Oito dias depois, fotografias tiradas por John Paterson, da Albatross Task Force, confirmaram o improvável: o cetáceo solitário era uma baleia-cinzenta – a primeira aparição registrada ao sul do equador.
A comparação entre essas fotografias e as da baleia errante do Mediterrâneo, de 2010, parece confirmar que não se trata do mesmo animal. Como Paterson escreveu no blog Namibian Dolphin Project, “A pergunta agora é: qual é a origem dessa baleia”?
Uma possibilidade é o animal ter nadado para o sul, passando pela costa do estado mexicano de Baja California e contornando a ponta da América do Sul até chegar ao Atlântico. Mas isso parece improvável, já que a baleia seria obrigada a percorrer uma distância enorme, nadando contra correntes e em mar aberto, de oeste para leste – e nenhum desses comportamentos são típicos das baleias-cinzentas.
O mais provável é que ela tenha chegado à costa da Namíbia da mesma forma que a baleia de 2010 teria aparecido no Mediterrâneo: nadando para leste ao longo da costa norte do Alasca, através da Passagem do Noroeste, no extremo norte do Canadá, até chegar ao Atlântico.
Uma vez lá, ela provavelmente se orientou mantendo a linha costeira à sua esquerda, como faria em sua viagem normal do Alasca ao México. Mas enquanto a baleia de 2010 virou para leste rumo ao Mediterrâneo, a baleia-cinzenta continuou nadando para o sul.
Por que não houve avistamentos de baleias-cinzentas no Atlântico durante 300 anos, e ocorreram dois só nos últimos três anos? Uma provável explicação reside na suposta rota que as baleias adotaram para chegar a seu destino.
Nos últimos anos, a Passagem do Noroeste tem sofrido com o derretimento crescente do gelo marinho, tornando-se aberta à navegação durante os meses de verão dos últimos cinco ou seis anos. Se os navios conseguem atravessar aquele trecho, é praticamente certo que as baleias também o façam.
O destino dessa baleia específica é incerto, mas o prognóstico – a menos que ela consiga achar o caminho de volta – não é dos melhores. Mas com um mundo em rápida transformação devido ao aquecimento global, a primeira baleia-cinzenta do Hemisfério Sul talvez não seja a última.

Fonte:
animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br

Como Os Pinguins Perderam A Capacidade De Voar:

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Os pinguins perderam a capacidade de voar há milhões de anos. Agora, um novo estudo explica o motivo: as aves se tornaram verdadeiras máquinas de mergulho, trocando o voo pelas habilidades desenvolvidas dentro d´água.
O estudo, publicado na última edição da revista Proceedings of the National Academy of Sciences, sugere algumas hipóteses para essa alteração evolutiva.
“Quando os pinguins pararam de voar, as mudanças na estrutura das asas e no tamanho e formato do corpo provavelmente ocorreram em pouco tempo, já que o voo já não impunha restrições à sua forma corporal”, explica o co-autor do estudo, Robert Ricklefs.
“Como pinguins são muito mais expostos aos predadores na água que em terra firme, houve uma intensa seleção natural, que favoreceu sua eficiência tanto na natação como no mergulho”, acrescenta o pesquisador, que é professor de biologia da Universidade do Missouri em St. Louis.
Inicialmente, Ricklefs e a equipe de pesquisadores liderada pelo dr. Kyle Elliott questionaram  por que estas aves perderam a capacidade de voar há milhões de anos, apesar de suas vantagens óbvias. Os pinguins-imperadores deixam as colônias e caminham penosamente por mais de 50 quilômetros para chegar ao mar. A viagem consome vários dias, e poderia ser reduzida a algumas horas se eles pudessem voar. Então, por que não o fazem?
Para solucionar o mistério, os pesquisadores se concentraram em aves que voam e mergulham, principalmente os Araus. Os cientistas equiparam 41 dessas aves selvagens com dispositivos para medir a energia consumida durante o voo – e constataram um novo recorde mundial. Os araus e os cormorões oceânicos registraram o mais alto consumo de energia entre todos os animais voadores.
“Os gastos energéticos eram mais acentuados quando alçavam voo”, explica Ricklefs, acrescentando que superar a resistência do ar também representava um esforço significativo para as aves
Fontes:
http://animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br 

Tudo Sobre Os Pássaros:

Oie,oie amadores de animais! tudo bem com vocês? hoje iremos falar sobre os pássaros, ai vai:

Origem:


origem das aves ainda é um tema polêmico. A maioria dos biólogos acredita que as aves evoluíram dos dinossauros predatórios de duas pernas, uma teoria que é sustentada por diversas descobertas de fósseis nos últimos 150 anos. A descoberta do Archaeopteryx, em particular, convenceu muita gente de que os dinossauros são a origem das aves modernas.
Encontrado na Alemanha em 1860, o Archaeopteryx é uma das descobertas de fósseis mais importantes e comentadas. Os espécimes encontrados até agora parecem ser do período Jurássico, de cerca de 150 milhões de anos atrás, e forneceram a primeira prova de uma criatura que apresentava características comuns a dinossauros e aves. Dentadura completa, uma cauda longa e ossuda e três garras em cada asas demonstram sua relação com os antigos lagartões. Também têm penas e um esterno parecido com a fúrcula (o osso da sorte) dos pássaros modernos.
A compreensão sobre a evolução das aves está sempre mudando com aparecimento de mais fósseis. Outros animais semelhantes às aves, do mesmo período, foram encontrados na China, e fósseis de aves de outras linhagens foram encontrados na Ásia, Europa, América do Norte e do Sul.
Nem todo mundo concorda com a teoria dos dinossauros. Alguns biólogos acreditam que as aves evoluíram muito antes do Archaeopteryx na mesma época dos primeiros dinossauros, provavelmente ancestrais répteis de quatro patas. De acordo com esta teoria, muitas espécies de aves surgiram e então se tornaram extintas junto com os dinossauros. Entretanto, elas evoluíram, se transformando em um dos grupos de animais mais variados do planeta. Atualmente há mais de 9.700 espécies de aves conhecidas, ocupando todo nicho ecológico e habitat possível.

Os Vintes Pássaros Mais Coloridos Do Mundo:

  1. Faisão dourado (pictus Chrysolophus)

  2. Aves do Paraíso (Paradisaeidae)

  3. Arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus)

  4. Flamingo (Phoenicopteridae)

  5. Scarlet Tanager (Piranga olivacea)

  6. Northern Oriole (Icterus Galbula)

  7. Mountain Bluebird (currucoides Sialia)

  8. Cardeal (Cardinalis cardinalis)

  9. Pintassilgo (Carduelis tristis)

  10. Wood Duck (Aix sponsa)

  11. Martim-pescador – Kingfisher (Halcyonidae)

  12. Green Wing Macaw Parrot (Ara chloroptera)

  13. Troupial (Icterus icterícia)

  14. Abelharucos – Throated Blue Bee-Eater (Merops viridis)

  15. Painted Bunting (ciris Passerina)

  16. Tucano de Belize (Ramphastos sulfuratus)

  17. Rainbow Lorikeet (haematodus Trichoglossus)

  18. Arara (Ara macao)

  19. Cegonha Martim Pescador (capensis Pelargopsis)

  20. Pavão (Pavo)


    Curiosidades:
    Aves  são animais  que tem o corpo coberto de penas - é a primeira 
    coisa que a gente aprende sobre as aves - e são mesmo.
    Mas não é só isso, existem muitos tipos de aves,aves de diferentes ordens,
    de diferentes cantos, diferentes plumagens, tamanhos e comportamentos.
    de diferentes cantos, diferentes plumagens, tamanhos e comportamentos.


    São principalmente os detalhes que fazem as aves tão diferentes entre si,
     que são mais curiosos e interessantes.Muitos animais tem sentidos que 
    nós nem conhecemos direito (como o tubarão que sente o 
    eletromagnetismo), outros tem os sentidos que nós temos mas muito mais
     apurados (como o cão que ouve sons que não ouvimos), outros ainda têm 
    os mesmos sentidos com funções adicionais ou diferentes das nossas 
    (como a visão de calor das cobras, e a visão de UVA e UVB de algumas aves
    insetos).

    andorinha pousada num ramo
    Teste de aptidão:

    O comprimento e a simetria da cauda de uma 
    andorinha macho indicam o quanto saudável 
    ela é. Os machos de caudas longas tem mais
     chances de sobreviver aos longos voos, no
     inverno.
    pássaros canoros
    Aulas de canto:
    Os passarinhos canoros tem um repertório de até 7 músicas.
    Aves da mesma área cantam músicas semelhantes, aprendendo com os 
    vizinhos e com os pais.





    foto feita na Urca - 2010
    cegonhas voando







    Cruzando os céus:

    Levantando voo nas correntes ascendentes de ar quente, as cegonhas 
    ganham altura antes de partirem na sua longa jornada em direção
    ao sul, para os locais tropicais onde passam o inverno.
    família de pássaros

    Toda a família alimenta os filhotes:

    Os gaios do cerrado tem famílias numerosas, e os filhotes não 

    vão embora - ficam e ajudam a criar e alimentar a nova ninhada.




    Fontes:


    http://www.portalsaofrancisco.com.br/
    http://www.ninha.bio.br/
    http://www.maisbonitos.com/